MIA
Uitgelicht
|
18,19 |
Naar shop
|
|
19,99 |
Naar shop
|
|
22,82 |
Naar shop
|
Beschrijving
Bol
MIA é o primeiro livro da colecção “As Mulheres Que Amamos”. Entre Paris, Mónaco, Marselha, Portugal, Itália e Tunísia, o narrador recorda Mia: uma mulher argelina, muçulmana, europeia, elegante, livre e impossível de reduzir a uma só definição. O que começa como uma história de desejo e fascínio transforma-se num romance sobre memória, pertença, classe, identidade, viagem e perda. Mia não é apenas uma mulher amada. É uma forma de olhar a Europa contemporânea. Através dela, o livro mostra como o dinheiro, a origem, a religião, a pele, a língua e o passaporte determinam quem é aceite, quem é desejado, quem é tolerado e quem é tratado como ameaça. Sem panfletos, sem discursos fáceis, MIA revela a política escondida nos gestos íntimos: num hotel, numa rua, numa fronteira, num jantar, num quarto, numa despedida. Ao mesmo tempo, é um romance profundamente sensorial. Há cafés em Paris, quartos no Mónaco, estradas no Douro, luz sobre a pele, vinho, silêncio, humor, sexo, ternura e a consciência amarga de que algumas pessoas passam por nós sem nunca nos pertencerem por completo.
MIA é o primeiro livro da colecção “As Mulheres Que Amamos”. Entre Paris, Mónaco, Marselha, Portugal, Itália e Tunísia, o narrador recorda Mia: uma mulher argelina, muçulmana, europeia, elegante, livre e impossível de reduzir a uma só definição. O que começa como uma história de desejo e fascínio transforma-se num romance sobre memória, pertença, classe, identidade, viagem e perda. Mia não é apenas uma mulher amada. É uma forma de olhar a Europa contemporânea. Através dela, o livro mostra como o dinheiro, a origem, a religião, a pele, a língua e o passaporte determinam quem é aceite, quem é desejado, quem é tolerado e quem é tratado como ameaça. Sem panfletos, sem discursos fáceis, MIA revela a política escondida nos gestos íntimos: num hotel, numa rua, numa fronteira, num jantar, num quarto, numa despedida. Ao mesmo tempo, é um romance profundamente sensorial. Há cafés em Paris, quartos no Mónaco, estradas no Douro, luz sobre a pele, vinho, silêncio, humor, sexo, ternura e a consciência amarga de que algumas pessoas passam por nós sem nunca nos pertencerem por completo.