A FACA: OS RETRATOS DE ÀṢẸ
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Bol
Uma ficção literária contemporânea sobre família, controle, autonomia, culpa e os limites invisíveis escondidos nos gestos de cuidado. A FACA é o Livro 08 de OS RETRATOS DE ÀṢẸ, uma série de ficção literária urbana em que objetos, espaços, marcas e gestos cotidianos revelam as pressões silenciosas que organizam uma vida. Neste volume, a história se passa durante um fim de semana em família. Uma mulher recebe a mãe, o irmão, a tia e um primo em crise em seu pequeno apartamento. O cenário parece comum: uma cozinha, uma bancada, uma lista de compras, uma gaveta de facas, um almoço a preparar, uma família tentando parecer funcional. Mas nada ali é apenas doméstico. A mãe chega com sacolas, instruções, comentários suaves e uma certeza antiga: ela sabe como tudo deveria ser feito. Quer ajudar, facilitar, corrigir, melhorar. Quer trazer uma "faca de verdade". Quer transformar a filha em exemplo para o primo. Quer organizar o fim de semana em nome da família, da praticidade e do amor. A FACA acompanha o momento em que a ajuda deixa de ser ajuda e se torna reivindicação. A faca marcada com fita branca, a faca nova comprada em segredo, o recibo escondido, o inventário da cozinha, a mise en place, os cortes, as sobras e a água da louça compõem uma narrativa de tensão íntima, precisa e profundamente reconhecível. Este não é um romance de violência explícita. É uma ficção literária psicológica sobre a violência delicada das correções constantes, dos elogios que atribuem papéis, da família que chama controle de cuidado e da culpa que aparece quando alguém tenta dizer não. Para leitores de literatura contemporânea, romance psicológico, narrativas familiares, ficção doméstica, histórias sobre mães e filhas, limites emocionais, autonomia, culpa, convivência e relações de poder dentro da família. A FACA é um romance sobre aquilo que corta sem levantar a voz. Sobre o pedido que parece pequeno demais para ser recusado. Sobre a ajuda que cobra obediência. Sobre o instante em que uma pessoa finalmente entende que sua vida precisa de uma borda.
Uma ficção literária contemporânea sobre família, controle, autonomia, culpa e os limites invisíveis escondidos nos gestos de cuidado. A FACA é o Livro 08 de OS RETRATOS DE ÀṢẸ, uma série de ficção literária urbana em que objetos, espaços, marcas e gestos cotidianos revelam as pressões silenciosas que organizam uma vida. Neste volume, a história se passa durante um fim de semana em família. Uma mulher recebe a mãe, o irmão, a tia e um primo em crise em seu pequeno apartamento. O cenário parece comum: uma cozinha, uma bancada, uma lista de compras, uma gaveta de facas, um almoço a preparar, uma família tentando parecer funcional. Mas nada ali é apenas doméstico. A mãe chega com sacolas, instruções, comentários suaves e uma certeza antiga: ela sabe como tudo deveria ser feito. Quer ajudar, facilitar, corrigir, melhorar. Quer trazer uma "faca de verdade". Quer transformar a filha em exemplo para o primo. Quer organizar o fim de semana em nome da família, da praticidade e do amor. A FACA acompanha o momento em que a ajuda deixa de ser ajuda e se torna reivindicação. A faca marcada com fita branca, a faca nova comprada em segredo, o recibo escondido, o inventário da cozinha, a mise en place, os cortes, as sobras e a água da louça compõem uma narrativa de tensão íntima, precisa e profundamente reconhecível. Este não é um romance de violência explícita. É uma ficção literária psicológica sobre a violência delicada das correções constantes, dos elogios que atribuem papéis, da família que chama controle de cuidado e da culpa que aparece quando alguém tenta dizer não. Para leitores de literatura contemporânea, romance psicológico, narrativas familiares, ficção doméstica, histórias sobre mães e filhas, limites emocionais, autonomia, culpa, convivência e relações de poder dentro da família. A FACA é um romance sobre aquilo que corta sem levantar a voz. Sobre o pedido que parece pequeno demais para ser recusado. Sobre a ajuda que cobra obediência. Sobre o instante em que uma pessoa finalmente entende que sua vida precisa de uma borda.
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