Este estudo incide sobre a mediatização da religião no Quénia, analisando especificamente o púlpito da 'Igreja Eletrónica' entre 1990 e 2015. O estudo apresenta novas reflexões sobre o que acontece quando a instituição da Igreja é mediatizada, centrando-se na autonomia que os meios de comunicação conferem aos ministros da 'Igreja Eletrónica' para experimentarem tecnologias e formatos mediáticos, com o objetivo de constituir e reter os seus públicos. O facto de o estudo se centrar no Quénia é significativo, pois não só o Quénia está à frente de muitos países africanos em termos de investimentos nos meios de comunicação, que ascendem a milhares de milhões de xelins, como também, a par da África do Sul, possui os meios de comunicação mais liberalizados, proporcionando à emergente 'Igreja Eletrónica' um espaço único e competitivo para experimentar com a tecnologia e as artes criativas.
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