AGRESTUPINIPUNK/3.0: [Pós/Punk]
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AGRESTUPINIPUNK/3.0 [Pós/Punk] Por: Iram F. R. "Bradock" "Entre cactos luminosos, concreto e fios de alta tensão, vozes insurgentes transformara escassez em linguagem, abandono em estética e new/resistência em som". "No coração áspero do agreste ao sertão, onde a poeira nuclear cobrira o retro/tempo e o silêncio parecera lei". "Este trabalho não pedira licença... Ele nascera da fricção entre o regional e o global, entre o analógico e o ruído digital, entre o esquecimento histórico e a urgência de existir..." "O agreste/sertão continuara produzindo ruído, não como erro, mas como linguagem... A paisagem permanecera árida... Mas agora, elétrica". "Agrestupinipunk" é um termo híbrido e intencionalmente instável... Une os territórios (agrestes & sertãos), a identidade (tupiniquim) e a ruptura estética (punk/pós/punk)". *** Sinopse: No coração áspero do agreste ao sertão, onde a poeira nuclear cobrira o retro/tempo e o silêncio parecera lei, surgira uma ruptura. AGRESTUPINIPUNK/3.0 não é apenas uma obra, é um grito elétrico cravado no areste/sertão tupiniquim... Entre cactos luminosos, concreto e fios de alta tensão, vozes insurgentes transformara escassez em linguagem, abandono em estética e new/resistência em som. Aqui, o atraso é recusado como narrativa. O que existira é reinvenção. >*** Prefácio: Este trabalho não pedira licença... Ele nascera da fricção entre o regional e o global, entre o analógico e o ruído digital, entre o esquecimento histórico e a urgência de existir... O agreste/sertão nunca fora vazio, fora silenciado... O pós/punk aqui não é importado... É metabolizado... É refeito na terra rachada, no calor, na precariedade criativa que vira potência... Se há método, é o improviso... Se há estética, é a sobrevivência... Se há mensagem, ela não é confortável. Epílogo: Nada terminara... O que fora dito reverbera em antenas improvisadas, rádios piratas, paredes pichadas e arquivos corrompidos... O agreste/sertão continuara produzindo ruído, não como erro, mas como linguagem... A paisagem permanecera árida. >Nota de rodapé "Agrestupinipunk" é um termo híbrido e intencionalmente instável... Une os territórios (agrestes & sertãos), a identidade (tupiniquim) e a ruptura estética (punk/pós/punk). Não definira um gênero fixo, apontara um new/processo. AGRESTUPINIPUNK/3.0 [Pós/Punk] Por: Iram F. R. "Bradock"
AGRESTUPINIPUNK/3.0 [Pós/Punk] Por: Iram F. R. "Bradock" "Entre cactos luminosos, concreto e fios de alta tensão, vozes insurgentes transformara escassez em linguagem, abandono em estética e new/resistência em som". "No coração áspero do agreste ao sertão, onde a poeira nuclear cobrira o retro/tempo e o silêncio parecera lei". "Este trabalho não pedira licença... Ele nascera da fricção entre o regional e o global, entre o analógico e o ruído digital, entre o esquecimento histórico e a urgência de existir..." "O agreste/sertão continuara produzindo ruído, não como erro, mas como linguagem... A paisagem permanecera árida... Mas agora, elétrica". "Agrestupinipunk" é um termo híbrido e intencionalmente instável... Une os territórios (agrestes & sertãos), a identidade (tupiniquim) e a ruptura estética (punk/pós/punk)". *** Sinopse: No coração áspero do agreste ao sertão, onde a poeira nuclear cobrira o retro/tempo e o silêncio parecera lei, surgira uma ruptura. AGRESTUPINIPUNK/3.0 não é apenas uma obra, é um grito elétrico cravado no areste/sertão tupiniquim... Entre cactos luminosos, concreto e fios de alta tensão, vozes insurgentes transformara escassez em linguagem, abandono em estética e new/resistência em som. Aqui, o atraso é recusado como narrativa. O que existira é reinvenção. >*** Prefácio: Este trabalho não pedira licença... Ele nascera da fricção entre o regional e o global, entre o analógico e o ruído digital, entre o esquecimento histórico e a urgência de existir... O agreste/sertão nunca fora vazio, fora silenciado... O pós/punk aqui não é importado... É metabolizado... É refeito na terra rachada, no calor, na precariedade criativa que vira potência... Se há método, é o improviso... Se há estética, é a sobrevivência... Se há mensagem, ela não é confortável. Epílogo: Nada terminara... O que fora dito reverbera em antenas improvisadas, rádios piratas, paredes pichadas e arquivos corrompidos... O agreste/sertão continuara produzindo ruído, não como erro, mas como linguagem... A paisagem permanecera árida. >Nota de rodapé "Agrestupinipunk" é um termo híbrido e intencionalmente instável... Une os territórios (agrestes & sertãos), a identidade (tupiniquim) e a ruptura estética (punk/pós/punk). Não definira um gênero fixo, apontara um new/processo. AGRESTUPINIPUNK/3.0 [Pós/Punk] Por: Iram F. R. "Bradock"
AmazonPagina's: 201, Paperback, Independently published
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