Desde 1999, Myriam Gourfink desenvolve um trabalho que visa criar uma notação para a composição coreográfica; estuda a cinetografia Laban, um sistema de análise e transcrição do movimento dançado, e utiliza os conceitos da cinetografia para desenvolver um sistema composicional que se poderia comparar, na sua capacidade de previsão, à notação solfégica utilizada na composição musical. Em 2002, após ter obtido uma bolsa de escrita do Ministério da Cultura e da Comunicação, Myriam Gourfink prossegue a sua investigação e desenvolve, sempre a partir da cinetografia Laban, uma escrita destinada a ser integrada em dispositivos informáticos. Apresenta nesta obra as modalidades de escrita e leitura em tempo real da partitura aberta de Bestiole, peça para sete bailarinas, criada em 2012.
AmazonPagina's: 52, Paperback, Edições Nosso Conhecimento
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