Deus está morto. O cristão congolês matou Deus. O desfasamento, fruto da teofania do Sinai atualizada por Cristo, não tem qualquer peso na ação deste homem; a sua ação não demonstra qualquer cristianismo...Mas, porquê ser assassino de Deus? Ter-se-ia tornado demasiado arcaico? Os seus preceitos, demasiado pesados de suportar? Querer-se-ia simplesmente afirmar-se e ser autónomo na sua existência, no sentido nietzschiano?
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