Explodi à toa… Resolvi sentir
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Bol
Todo mundo já explodiu à toa. Uma frase atravessada. Um comentário pequeno. Um olhar que pareceu diferente. A reação saiu antes do entendimento. E depois veio o aperto. >Em forma de conto, acompanhamos cenas simples da adolescência à vida adulta: amizades que quase se perdem por um comentário mal colocado, namoros onde ser acalmada não é o mesmo que ser ouvida, relações em que intenção e impacto não são a mesma coisa, silêncios que começam pequenos e, se ignorados, viram distância. Helena, Ana, Arthur, Clara e outros personagens não vivem grandes tragédias. Vivem o que todo mundo vive: o corpo reagindo antes da mente organizar. O desconforto pedindo nome. A vontade de se defender antes de compreender. Ao longo das páginas, o leitor não encontra técnicas rígidas, mas processos humanos. O momento em que alguém percebe o aperto no peito antes de acusar. A coragem de dizer "isso me atravessou" sem transformar em ataque. O discernimento de reconhecer quando o desconforto é alerta e quando é aprendizado. A diferença entre imaginar uma história e viver a realidade. Dando continuidade a Antes de Amar, Aprenda a Existir e Antes do Crush, o Cérebro, Ni Oliveira, psicóloga, escreve de forma simples e próxima, ligando vida real, emoções e fé no dia a dia.
Todo mundo já explodiu à toa. Uma frase atravessada. Um comentário pequeno. Um olhar que pareceu diferente. A reação saiu antes do entendimento. E depois veio o aperto. >Em forma de conto, acompanhamos cenas simples da adolescência à vida adulta: amizades que quase se perdem por um comentário mal colocado, namoros onde ser acalmada não é o mesmo que ser ouvida, relações em que intenção e impacto não são a mesma coisa, silêncios que começam pequenos e, se ignorados, viram distância. Helena, Ana, Arthur, Clara e outros personagens não vivem grandes tragédias. Vivem o que todo mundo vive: o corpo reagindo antes da mente organizar. O desconforto pedindo nome. A vontade de se defender antes de compreender. Ao longo das páginas, o leitor não encontra técnicas rígidas, mas processos humanos. O momento em que alguém percebe o aperto no peito antes de acusar. A coragem de dizer "isso me atravessou" sem transformar em ataque. O discernimento de reconhecer quando o desconforto é alerta e quando é aprendizado. A diferença entre imaginar uma história e viver a realidade. Dando continuidade a Antes de Amar, Aprenda a Existir e Antes do Crush, o Cérebro, Ni Oliveira, psicóloga, escreve de forma simples e próxima, ligando vida real, emoções e fé no dia a dia.
AmazonPagina's: 175, Paperback, Ni Oliveira