A maioria dos fungos presentes no estrume de cavalo pertencia ao filo dos Ascomicetos, e apenas as espécies (Aspergillus terreus, A. nidullus, A. fumigatus e A. uatus) encontradas no estrume de cavalo se revelaram capazes de produzir enzimas ligninolíticas (lignina peroxidase, manganese peroxidase e lacase). O isolado local A. terreus SG 777 apresentou a maior produção de enzimas ligninolíticas (lignina peroxidase, manganês peroxidase e lacase) em fermentação em estado sólido, em condições ótimas que incluíram caules de banana como substrato e um tempo de incubação de 8 dias a 35 °C, a um pH de 4,5, com a exceção da lacase, cuja produção máxima ocorreu a um pH de 5,5 e a 45 °C. A peroxidase de lignina foi extraída e concentrada com sulfito de amónio, sendo depois purificada por troca iônica utilizando DEAE-celulose (cromatografia em coluna). A LiP purificada revelou-se mais eficiente na remoção de corantes do que a LiP bruta ou o H¿O¿. A LiP purificada apresentou maior eficiência de remoção de hidrocarbonetos poliaromáticos em comparação com o tratamento realizado na Refinaria de AL-Dorah. A LiP imobilizada revelou maior eficiência e estabilidade em comparação com a LiP livre quando armazenada durante 4 semanas; além disso, revelou maior eficiência e estabilidade em comparação com a LiP livre quando armazenada durante 4 semanas.
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