Esparta foi a sociedade mais temida da Grécia Antiga. Uma civilização construída sobre disciplina, guerra e sacrifício.Mas por trás dos escudos, das lanças e dos lendários guerreiros espartanos existia outro poder raramente contado pela história: as mulheres de Esparta.Enquanto em grande parte do mundo grego as mulheres viviam confinadas ao silêncio doméstico, as espartanas corriam, treinavam, administravam propriedades, participavam da vida pública e educavam os futuros guerreiros da pólis mais militarizada da Antiguidade.Elas não lutavam nas batalhas. Mas toda a sociedade dependia delas.Em Filhas de Esparta, Roberto Arnaiz revela o universo fascinante, contraditório e muitas vezes brutal das mulheres lacedemônias - figuras cercadas por mito, admiração e controvérsia há mais de dois mil anos.Entre a Guerra de Troia, Helena, Leônidas, as Termópilas e as rígidas leis atribuídas a Licurgo, este livro mergulha na formação de uma sociedade onde até mesmo a maternidade fazia parte da estratégia militar do Estado.Com narrativa envolvente e rigor histórico, a obra explora: - o nascimento da cultura espartana;- a educação das jovens lacedemônias;- maternidade, poder e disciplina;- liberdade feminina em uma sociedade guerreira;- mitologia, religião e memória;- o papel das mulheres na sobrevivência de Esparta;- e as tensões entre honra, controle e violência no mundo antigo.Mais do que um livro sobre a Grécia Antiga, esta é uma viagem ao coração de uma civilização extrema - onde coragem, poder e sacrifício moldaram não apenas guerreiros, mas também mulheres extraordinárias.Porque Esparta não foi sustentada apenas por seus soldados. Foi sustentada também por suas mulheres.
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