ilegítima
Uitgelicht
|
23,70 |
Naar shop
|
|
23,70 |
Naar shop
|
|
24,99 |
Naar shop
|
Beschrijving
Bol
Nasceu do pecado. Viveu com medo. Cresceu em silêncio. Renasceu em palavras."Ilegítima" é uma obra de autoficção em que a dor se torna manifesto.Através de uma escrita poética, sensorial e intensa, a autora mergulha em temas profundos - abuso emocional e físico, fé como cativeiro, exílio e renascimento - e os transforma em arte, coragem e libertação.Dividido em fragmentos, o livro se constrói como um espelho: cada página é travessia, cada palavra é cura.Entre o medo e o desejo, a culpa e a coragem, "Ilegítima" revela que nascer do erro não é sentença - é convite à transformação.Uma leitura para quem carrega cicatrizes e busca sentido.Temas centrais:¿ Trauma, fé, abuso e reconstrução¿ Espiritualidade sem dogma¿ Identidade feminina e libertação¿ Exílio, renascimento e amor como redençãoSobre a autora:Vivi estreia na literatura com uma voz autêntica e visceral, unindo autobiografia e ficção que denuncia o silêncio como forma de violência e a voz como transformação."Ilegítima não é insulto. É manifesto."
Nasceu do pecado. Viveu com medo. Cresceu em silêncio. Renasceu em palavras."Ilegítima" é uma obra de autoficção em que a dor se torna manifesto.Através de uma escrita poética, sensorial e intensa, a autora mergulha em temas profundos - abuso emocional e físico, fé como cativeiro, exílio e renascimento - e os transforma em arte, coragem e libertação.Dividido em fragmentos, o livro se constrói como um espelho: cada página é travessia, cada palavra é cura.Entre o medo e o desejo, a culpa e a coragem, "Ilegítima" revela que nascer do erro não é sentença - é convite à transformação.Uma leitura para quem carrega cicatrizes e busca sentido.Temas centrais:¿ Trauma, fé, abuso e reconstrução¿ Espiritualidade sem dogma¿ Identidade feminina e libertação¿ Exílio, renascimento e amor como redençãoSobre a autora:Vivi estreia na literatura com uma voz autêntica e visceral, unindo autobiografia e ficção que denuncia o silêncio como forma de violência e a voz como transformação."Ilegítima não é insulto. É manifesto."