Porque é que tantas tecnologias promissoras nunca chegam a ser usadas na prática clínica? Raramente o problema é técnico. O que falha é quase sempre o processo: requisitos mal definidos, intervenientes que não comunicam entre si, exigências regulamentares descobertas tarde demais, profissionais de saúde envolvidos apenas no fim. Ao longo de oito etapas, o leitor encontra tarefas concretas, riscos frequentes e estratégias para os evitar. Cada etapa clarifica o papel de cada interveniente e enumera as boas práticas que fazem a diferença. O livro aborda temas essenciais como dispositivos médicos, gestão de qualidade e risco, certificação, avaliação clínica, financiamento e integração nos fluxos assistenciais. Inclui ainda fluxogramas, glossário e um referencial normativo atualizado. O manual é útil para empresas tecnológicas, gestores hospitalares, decisores, profissionais de saúde e investigadores. Oferece uma linguagem comum para quem quer transformar inovação em cuidados de saúde melhores, mais seguros e mais eficientes.
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