Este livro defende que a forma organizacional da holding familiar foi adotada como consequência de prioridades normativas, e não por razões utilitárias ou dinâmicas macroinstitucionais, recorrendo à teoria da identidade institucional e social. A principal motivação dos primeiros a adotar holdings familiares na Turquia consiste em fatores normativos, tais como: perpetuar o nome da família, garantir o bem-estar da família e dos acionistas e obter legitimidade moral. Os resultados revelam que os fatores normativos são sobrevalorizados, uma vez que os proprietários e os altos executivos têm a intenção de promulgar e construir uma identidade que valorize os fatores normativos em detrimento dos utilitários.
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