A liberdade não é a ausência de correntes. É a ilusão de que você escolheu as suas. Pedro Gabriel Alves morreu no Rio Huron. Gabriel Costa nasceu na lama da margem oposta. Sem nome, sem sistema, sem cobertura, ele desembarca em Paris. A cidade mais indiferente do mundo é exatamente o que ele precisa: um palco onde a identidade é moeda corrente e o charme abre portas. Mas reconstruir um predador exige arquitetura. Entre a galerista Eloise, o colecionador Philippe, a jornalista Claire e os fantasmos de Ann Arbor, Gabriel aprende que a fuga não é um destino - é um processo. E que, quando as primeiras rachaduras aparecem antes que a argamassa seque, o preço da liberdade deixa de ser dinheiro e passa a ser controle. Um thriller de identidade, jogo de poder e moralidade ambígua. O predador não foge mais da polícia. Ele foge de si mesmo. Por que ler: - Continuação direta do Livro 1 com expansão de escopo e profundidade psicológica- Paris como personagem: mapeamento social, circuitos de elite, tensão de disfarce- Diálogos afiados, subtexto tático e jogos de poder sem violência explícita- Preparação narrativa impecável para o arco final da trilogia Para leitores de suspense internacional, narrativas de reconstrução de identidade e thrillers que privilegiam a mente em vez do gatilho. Este é o Livro 2 da Série O Barista. A história continua em O Nômade.
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