O Pensamento Francês no Século XVIII
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Bol
Publicado originalmente como uma síntese clara e rigorosa da vida intelectual francesa entre 1700 e 1789, O Pensamento Francês no Século XVIII não é uma simples história literária do Iluminismo. Daniel Mornet propõe aqui algo mais amplo: acompanhar a formação, a difusão e os conflitos das ideias que transformaram a França ao longo do século que conduziu à Revolução. Em vez de se concentrar apenas nos grandes nomes - Voltaire, Montesquieu, Rousseau, Diderot e tantos outros -, Mornet procura compreender as correntes profundas que atravessaram a sociedade francesa: a sobrevivência do espírito clássico, o prolongamento do racionalismo, a ascensão da observação e da experiência, a literatura do sentimento, a religião natural, o espírito crítico, a incredulidade, as resistências provincianas, a expansão da instrução e a inquietação política. O resultado é uma história da inteligência coletiva de uma época: não apenas o que pensaram alguns gênios, mas como certas ideias circularam, foram aceitas, combatidas, deformadas, vulgarizadas e convertidas em forças morais, sociais e políticas. Com equilíbrio e concisão, Mornet mostra que o século XVIII francês não foi apenas o "século da razão", mas também o século da sensibilidade, das sobrevivências religiosas, das modas intelectuais, das superstições persistentes e das novas formas de esperança. Ao reconstruir esse movimento complexo, O Pensamento Francês no Século XVIII oferece ao leitor uma introdução indispensável ao ambiente intelectual que tornou possível a crítica do Antigo Regime e preparou, pouco a pouco, a grande transformação de 1789. Daniel Mornet escreve como historiador das ideias: sem reduzir a época a slogans, sem substituir a análise pelo julgamento, e atento tanto aos livros célebres quanto às mudanças discretas da opinião pública.
Publicado originalmente como uma síntese clara e rigorosa da vida intelectual francesa entre 1700 e 1789, O Pensamento Francês no Século XVIII não é uma simples história literária do Iluminismo. Daniel Mornet propõe aqui algo mais amplo: acompanhar a formação, a difusão e os conflitos das ideias que transformaram a França ao longo do século que conduziu à Revolução. Em vez de se concentrar apenas nos grandes nomes - Voltaire, Montesquieu, Rousseau, Diderot e tantos outros -, Mornet procura compreender as correntes profundas que atravessaram a sociedade francesa: a sobrevivência do espírito clássico, o prolongamento do racionalismo, a ascensão da observação e da experiência, a literatura do sentimento, a religião natural, o espírito crítico, a incredulidade, as resistências provincianas, a expansão da instrução e a inquietação política. O resultado é uma história da inteligência coletiva de uma época: não apenas o que pensaram alguns gênios, mas como certas ideias circularam, foram aceitas, combatidas, deformadas, vulgarizadas e convertidas em forças morais, sociais e políticas. Com equilíbrio e concisão, Mornet mostra que o século XVIII francês não foi apenas o "século da razão", mas também o século da sensibilidade, das sobrevivências religiosas, das modas intelectuais, das superstições persistentes e das novas formas de esperança. Ao reconstruir esse movimento complexo, O Pensamento Francês no Século XVIII oferece ao leitor uma introdução indispensável ao ambiente intelectual que tornou possível a crítica do Antigo Regime e preparou, pouco a pouco, a grande transformação de 1789. Daniel Mornet escreve como historiador das ideias: sem reduzir a época a slogans, sem substituir a análise pelo julgamento, e atento tanto aos livros célebres quanto às mudanças discretas da opinião pública.
AmazonPagina's: 109, Paperback, Independently published
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