Este livro trata do impacto que as figuras africanas de alto nível têm na sensibilização para o VIH/SIDA. Fala sobre as acções de várias figuras de relevo na sequência da epidemia e sobre a forma como essas acções são cobertas pelos meios de comunicação social e recebidas pelo público. Baseado num estudo de caso que faz referência a dois presidentes africanos: Jacob Zuma, da África do Sul, e Jakaya Kikwete, da Tanzânia, o livro mostra como o primeiro suscitou um grande debate com as suas observações controversas de que tomar um duche depois de uma relação sexual desprotegida minimizava as probabilidades de contrair o VIH, enquanto o segundo encabeçou uma campanha de despistagem do VIH que não teve uma cobertura tão extensa. O livro levanta, por isso, algumas questões interessantes. Embora saibamos que os meios de comunicação social gostam de noticiar as acções de pessoas influentes e fornecem uma plataforma para isso, quando essas acções são controversas, a cobertura torna-se enorme. Isto pode significar que, apesar de algumas figuras de relevo transmitirem mensagens de negação face à epidemia, as suas acções, embora controversas, podem na realidade ajudar a aumentar a sensibilização para o VIH/SIDA. O público envolve-se nos debates e, no final, são dadas as respostas corretas.
AmazonPagina's: 132, Paperback, Edições Nosso Conhecimento
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