O que acontece quando a presença de um pai é reduzida a um número de processo?Em Pai de Papel, o autor Pedro Silveira nos conduz por uma narrativa visceral sobre a trajetória de um homem que vê a própria paternidade ser progressivamente traduzida em prazos, protocolos e decisões frias. A partir de audiências silenciosas, acusações avassaladoras e versões que se consolidam antes mesmo de qualquer escuta, este romance expõe as engrenagens brutas da Justiça de Família - um sistema moldado para organizar papéis, mas que nem sempre repara corações.Inspirado em realidades brutais e cotidianas, o enredo percorre o caminho invisível entre o afeto e a burocracia que o fragmenta, revelando como o tempo, quando usado como estratégia, transforma presença em exceção.Nesta jornada dramática e emocionante, você vai acompanhar: - O jogo assimétrico das versões: Como quem acusa primeiro ganha tempo e molda o destino de uma vida.- As marcas do invisível: O impacto profundo das decisões "provisórias" na infância e na saúde mental de uma filha.- O labirinto do tribunal: Bastidores sufocantes que vão desde a falsidade ideológica e alimentar até falsas acusações de abuso e internações compulsórias.- A verdade que não cabe no processo: O dilema de um pai forçado a calar da forma certa para conseguir permanecer.Mais do que um relato sobre disputas judiciais, Pai de Papel é um alerta necessário. É um livro sobre silêncio, espera e a resistência desesperada de um homem para não desaparecer da vida de quem mais ama.Se você é pai, mãe - ou simplesmente alguém que acredita que a infância deveria ser protegida do egoísmo do mundo adulto -, este livro não é opcional.É necessário.Porque algumas decisões passam. Mas as marcas que elas deixam... ficam.
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