A obra defende o princípio de que a proteção social e a economia social e solidária (ESS) já não devem ser geridas separadamente. É preciso 'proteger para produzir', a fim de evitar que as redes de segurança social se tornem meras 'redes de assistência'. Baseado num inquérito realizado em quatro departamentos em 2025, o livro destaca três grandes obstáculos que paralisam a ESS: a ausência de estatuto jurídico, a exclusão financeira e a falta de competências em gestão. O modelo propõe uma simbiose assente num tríptico (Proteger, Inserir, Autonomizar) e uma arquitetura institucional coordenada (nomeadamente o Registo Social Único, a lei-quadro da ESS, o Fundo Nacional de Solidariedade e um percurso de inserção que transforma as transferências monetárias em capital inicial).
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