Neste livro, o autor faz uma análise contundente sobre a perigosa aliança entre fé e poder político. Com uma visão pragmática e um humor ácido, a obra demonstra que, historicamente, a religião institucionalizada não hesitou em se tornar uma ferramenta de controle estatal.Incisivamente, o livro explora como governos, de Roma Antiga a ditaduras modernas, usaram a fé como escudo para legitimar opressão, censurar vozes dissidentes e manter o poder. A obra argumenta que a repressão não é exclusiva de um lado do espectro político, mas uma tática universal que muda de forma para se adequar ao momento - da fogueira medieval às "injunções judiciais" modernas. Com exemplos históricos, o autor mostra que a conversão de Constantino foi um ato de conveniência, a perseguição aos cristãos foi uma tentativa de neutralizar uma cultura incômoda e as Cruzadas foram descartadas quando deixaram de ser lucrativas. Em cada caso, o interesse do poder falou mais alto do que qualquer dogma. O livro é um alerta direto e sem rodeios. Uma provocação para que o leitor reflita sobre o presente e enxergue o passado não como uma lição distante, mas como um espelho assustador. O autor conclui que, quando o púlpito vira palanque e a fé se torna mercadoria, o povo é sempre o "palhaço do circo" - e a história nos ensina que, se não abrirmos os olhos, os inquisidores estarão de volta para nos bater à porta.
AmazonPagina's: 224, Paperback, Independently published
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