A saúde do solo tornou-se motivo de preocupação para a produção agrícola sustentável no novo milénio. A utilização de fertilizantes de alta concentração, a elevada remoção de enxofre pelas culturas em cultivo intensivo e a negligência na reposição de enxofre contribuíram para a generalização das deficiências de enxofre. Foram relatadas deficiências de enxofre em 72 países em todo o mundo. O enxofre desempenha um papel importante na fixação de azoto, influenciando a nodulação ativa nas leguminosas e, apesar da necessidade relativamente baixa de enxofre por parte do arroz, a produtividade destes cereais de base pode ser drasticamente reduzida por um fornecimento inadequado de enxofre. O enxofre tem a capacidade de beneficiar mais do que uma cultura em sequência, devido à sua resposta residual significativa. A aplicação de doses mais elevadas de fósforo (60 kg P¿O¿/ha) e o aumento dos níveis de enxofre até 40 kg S/ha revelaram-se a melhor estratégia para melhorar o crescimento, as características que determinam o rendimento e o rendimento em grãos do feijão-mungo. Níveis variáveis de fertilidade residual e a aplicação de doses basais de azoto melhoraram significativamente o rendimento do arroz e as características de rendimento. Os dados de investigação deste livro tornam-no uma referência útil para investigadores, estudantes de licenciatura e pós-graduação em agricultura e para a comunidade agrícola.
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