Numa economia emergente como a do Quénia, o número de intervenientes no mercado de ações tem um impacto direto nas operações do mercado de capitais. Um número excessivo de corretores pode levar à redução das margens de lucro dos corretores, à sobrelotação do pregão (no caso de sistemas presenciais), ao abuso de informação privilegiada, à criação de mercados informais paralelos e assim por diante. Por outro lado, um número demasiado reduzido de corretores pode conduzir a baixos níveis de serviço, instrumentos de investimento limitados, longos tempos de espera para as empresas que pretendem cotar-se, longas filas de investidores nos escritórios dos corretores, atrasos nas transações, abuso de informação privilegiada, cartéis e também mercados informais paralelos. Seria desejável uma situação ótima em que fosse oferecida uma vasta gama de títulos, as transações fossem executadas num prazo razoável, as filas fossem curtas e os atrasos nos reembolsos mínimos, e em que todos os intervenientes cumprissem integralmente a regulamentação em vigor. O aumento da atividade nas bolsas de valores atrai novos corretores para o setor. Isto levanta a questão: quantos mais deveriam ser admitidos com cada expansão do mercado de capitais? Esta publicação estabeleceu um critério objetivo para determinar o número ideal de corretores na Bolsa de Valores de Nairobi.
AmazonPagina's: 76, Paperback, Edições Nosso Conhecimento
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