Através de entrevistas com jornalistas que se encontram no terreno e com jornalistas que cobriram o conflito sírio, a análise semiótica destes diálogos permitirá compreender como os jornalistas se apropriam das informações das suas fontes para cobrir um conflito que não podem vivenciar. Veremos, em primeiro lugar, como é que aos jornalistas ocidentais é negado o acesso ao terreno; em seguida, estudaremos a tipologia das fontes utilizadas pelas redacções francesas e, por fim, que tipo de conteúdo as redacções francesas preferem seleccionar entre o conjunto das suas fontes.
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