Deve-se utilizar a taxa de câmbio na data da transação ou a taxa de câmbio no final do exercício para estimar no balanço da empresa os elementos do património cujo valor depende das flutuações das moedas estrangeiras? A partir de que momento se deve integrar as diferenças cambiais na conta de resultados? Estes são, em resumo, os principais problemas colocados pela contabilização das operações em moeda estrangeira. Esta obra propõe-se responder a estas questões de acordo com as normas IAS/IFRS e as da OHADA. São também apresentados métodos de conversão das demonstrações financeiras em moedas diferentes daquelas utilizadas na contabilização. Este livro é composto por quatro capítulos. O primeiro descreve a harmonização contabilística internacional e as normas internacionais de informação financeira. O segundo apresenta a contabilização das operações em moeda estrangeira de acordo com o referencial do IASB. O terceiro analisa as prescrições da OHADA em matéria de contabilização de transações denominadas em moeda estrangeira. O último estabelece as convergências e divergências entre as normas IAS/IFRS e as do SYSCOHADA em matéria de contabilidade em moedas estrangeiras.
AmazonPagina's: 112, Paperback, Edições Nosso Conhecimento
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